Frequentemente criticado, o sistema educacional brasileiro levanta debates e discussões por toda a extensão territorial. Com baixos salários e falta de investimentos, escolas da rede pública penam com a má qualidade de ensino e de infraestrutura. O governo, receoso de modificar a estrutura educativa, cria "soluções" estantâneas que minimizam o descontentamento da população, gerando uma falsa resolução do problema. Ao invés de distribuir melhor as verbas, investir na educação pública os comandantes do país criam política de cotas raciais, que além de ser uma forma de discriminação, pois subestima sua capacidade; não resolve o problema, pessoas com poucas codições financeiras continuam sem condições de ingressar numa universidade. A dificuldade de acesso a estas intensifica ainda mais o abismo entre pobres e ricos; e os estabelecimentos federais e estaduais ficam repletos de alunos que teriam plenas condições de pagar o ensino, tirando desta forma, a vaga daqueles que não as possuem.
O problema educacional brasileiro só se transformará com uma sólida modificação estrutural.
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