quinta-feira, 1 de julho de 2010

Marginalidade Impera

Boa tarde laborizadores,

Vendo as notícias que envolvem o goleiro do Flamengo, Bruno, que é acusado de participar do assassinato da ex-amante/namorada não pude deixar de exprimir um comentário sobre o mundo marginal que impera no futebol, não só no Brasil ou especificamente no Rio de Janeiro, mas por todos os cantos do planeta bola. Ídolos das crianças e até do marmanjos, celebridades destroem sua imagem no decorrer de seus atos; Bruno é só apenas um caso. Temos Adriano, acusado de ter ligação com o tráfico de drogas, Vagner Love, sob o mesmo motivo, Gianccelini Buffon, um dos responsáveis pela máfia que assombrou o campeonato italiano por anos, Mutu, romeno promessa de craque que se afundou no mundo do crime e das drogas, sem falar em dirigentes poderosos como o presidente do Milan, Berlusconi, o ex-presidente do Corinthians, Alberto Dualib, o dono do Chelsea, Roman Abramovich, sujeitos intrigantes sob os quais não existe procedência da fortuna. O mundo do futebol tem sido lavado por estes marginais, o futebol ganhou força, tratores moldados a drogas anti-doping esfacelam as chances de um futebol bem jogado, articulado, a força predomina sobre a técnica em prol da vitória, já não existe mais a alegria em jogar futebol; mesmo com raça o time de 1994 tinha aquele leve sorriso no rosto, o time de Maradona tem o mesmo leve e sutil sorriso, o surpreendente futebol alemão o mesmo, o do Brasil ainda consegue manter a alegria na cascurrice de Dunga; mas ela está se esvairindo.
Futebol com raça, transformou-se em futebol com violência.
Futebol marginal, só pra fazer uma rima bem idiota, não é legal.
Abraços e pensem nisto!

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